África do século XVI ao XVIII. Livro 5: Bethwell Allan Ogot (Editor) – UNESCO

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR O LIVRO EM PDF, VISITE NOSSA BIBLIOTECA. Ademais e finalmente, o texto do coordenador do volume é submetido ao exame de um comitê de leitura, designado no seio do Comitê Científico Internacional, em função de suas competências; cabe a esse comitê realizar uma profunda análise tanto do conteúdo quanto da forma dos capítulos. Ao

África do século XII ao XVI. Livro 4: Djibril Tamsir Niane (Editor) – UNESCO

CLIQUE NA IMAGEM E ACESSE O LIVRO EM PDF VISITE NOSSA BIBLIOTECA Com efeito, havia uma recusa a considerar o povo africano como o criador de culturas originais que floresceram e se perpetuaram, através dos séculos, por vias que lhes são próprias e que o historiador só pode apreender renunciando a certos preconceitos e renovando seu método. Da

África do século VII ao XI. Livro 3: Mohammed El Fasi (Editor) – UNESCO

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR O LIVRO EM .PDF Durante muito tempo, mitos e preconceitos de toda espécie esconderam do mundo a real história da África. As sociedades africanas passavam por sociedades que não podiam ter história. Apesar de importantes trabalhos efetuados desde as primeiras décadas do século XX por pioneiros como Leo Frobenius, Maurice Delafosse e Arturo Labriola,

Coleção História da África. Livro 2: África antiga / Gamal Mokhtar (Editor) – UNESCO

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR O LIVRO EM .PDF “Outra exigência imperativa é de que a história (e a cultura) da África devem pelo menos ser vistas de dentro, não sendo medidas por réguas de valores estranhos… Mas essas conexões têm que ser analisadas nos termos de trocas mútuas, e influências multilaterais em que algo seja ouvido da

Metodologia e pré-história da África. Livro 1: Joseph Ki-Zerbo (Editor) – UNESCO

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR O LIVRO A publicação da Coleção da História Geral da áfrica em português é também resultado do compromisso de ambas as instituições em combater todas as formas de desigualdades, conforme estabelecido na declaração universal dos direitos humanos (1948), especialmente no sentido de contribuir para a prevenção e eliminação de todas as formas de